Filosofia na Alcova pt II…

Ah, crianças… eu peço mil perdões,mas eu não tive tempo de preparar algo super para colocar no boteco,mas como sábado é sábado,eu não podia deixar sem nada…ai resolvi colocar mais um pedacinho do Filosofia na Alcova…

“… DOLMANCÉ – É um processo delicioso, experimente logo, Eugênia. Assim fazemos perder a porra o direito de propagar a vida, enganando o que os idiotas chamam leis da natureza. As coxas e o sovaco também servem de doce asilo ao membro viril, sem que a mulher se arrisque a engravidar.

MADAME – Algumas mulheres introduzem esponjas nas vaginas, a esponjas fecha o colo do útero como o gargalo dum frasco e recebe todo o esperma. Mas qual, não há nada que se compare a tomar no cu! Quem lhe poderá descrever vivamente um prazer pelo qual daria a vida é justamente Dolmancé.

DOLMANCÉ – Confesso o meu fraco. Não há gozo que se lhe possa comparar! Amo-o num e noutro sexo, mas confesso que o cu de um rapazinho dá-me ainda maior prazer que o de uma moça; chamam de anormais os moços que tomam no cu. Penetrar o das mulheres é apenas metade do vício incomparável; essa faritasia deve ser praticada com homens, é assim que o preferem os verdadeiros amadores. Que absurdo dizer que isso degrada o homem, que ultraja a natureza! Pelo contrário, nesse ato o homem serve à natureza talvez mais santamente. A propagação da espécie é apenas seqüência das suas primeiras intenções, se a espécie fosse destruída, novas construções inventadas pela natureza se tornariam primordiais.

MADAME – Por esse sistema Dolmancé provará que a extinção total da raça humana seria um serviço prestado à natureza.

DOLMANCÉ – E quem o pode duvidar senhora?

MADAME – Então as guerras, a peste, a fome, o assassínio seriam apenas acidentes necessários às leis da natureza? O homem, agente ou paciente dessas causas não mais seria nem o criminoso nem a vítima?

DOLMANCÉ – Vítima é o homem toda vez que se submete aos golpes do destino; criminoso nunca. Falaremos nisso mais tarde. Agora passemos a analisar o gozo sodomita. A melhor postura para a mulher que deseja ser enrabada é deitada sobre o ventre na beira da cama, as nádegas bem abertas e a cabeça mais baixa. O felizardo depois de contemplar o lindo eu que lhe é apresentado, dá-lhe tapinhas, beijos, mordidas, depois umedece com a língua o lindo orifício que vai perfurar e prepara a introdução com saliva ou com uma pomada. Com uma mão conduz o membro, com a outra afasta as nádegas, e assim que sente o membro entrar deve prosseguir com coragem, sem medo de perder terreno; nesse instante a mulher jovem e inexperiente sente dores que se transformarão logo em prazer. É preciso não recuar, pelo contrário, empurrar gradativamente até que o pêlo do membro acaricie os rebordos do orifício. Todos os espinhos foram já colhidos, agora restam só rosas: para que tudo se mude em prazer é necessário que o fodedor acaricie a frente do fodido, se é um rapaz deve punheteá-lo até que ele ejacule, se é mulher deve titilar o clitóris. Nesse momento, o fodido sente tal prazer que o cu se contrai, aumentando assim o prazer do fodedor, que cumulado de volúpia não tarda a esporrar abundantemente, por causa de tão lúbricas minúcias. Há outros que não permitem que o paciente goze: é o que vamos explicar.

MADAME – Permita um instante, Dolmancé que eu seja sua discípula. Em que estado é preciso que se encontre, para completamento dos prazeres do agente, o cu do paciente?

DOLMANCÉ – Claro que deve estar bem cheio e com vontade de defecar. A glande deve atingir o troço, mergulhar nele afim de esporrar bem quente. Isso enche o paciente de tanto ardor e alegria.

MADAME – Pensei que assim o paciente não gostasse

DOLMANCÉ – É um erro. Esse gozo é tal que nada o pode diminuir, o paciente é transportado ao sétimo céu. Nenhum gozo lhe é comparável, quem o atingiu nunca mais poderá preferir outro. Esses são Eugênia, os processos de gozar sem temer a gravidez, pois mais delicioso ainda que o gozo real é tudo que prepara o gozo: lambidas, mordidas, punhetas, chupadas… A imaginação acossa o prazer, dela é que provém as mais picantes volúpias.

MADAME – Certo. Mas, Eugênia, tome cuidado, a imaginação só se aquece quando desprezamos os preconceitos; um só deles basta para tudo arruinar. Essa caprichosa parte do nosso espírito é de uma libertinagem que nada pode conter; seu maior triunfo consiste em romper todos os freios. É inimiga da regra, idolatra a desordem e tudo quanto se aproxima do crime. Daí proveio à resposta duma mulher cheia de imaginação que seu marido fodia friamente – “Por que tanta frieza?” perguntou-lhe. – “Por que você só conhece o que é simples demais”.

EUGÉNIA – Adoro essa resposta! Estou completamente disposta a conhecer os arroubos da mais desregrada imaginação! Vocês estão longe de imaginar todas as idéias voluptuosas que meu espírito acaricia neste poucos momentos em que os estou conhecendo melhor… Como compreendo agora o mal! Como o desejo do fundo do coração!

MADAME – Nunca se espante querida, dos mais odiosos crimes, do que houver de mais sujo, mais infame, mais proibido: é isso justamente que aquece a imaginação e nos faz gozar completamente até o espasmo supremo.

EUGÊNIA – Eu só imagino o que você tem feito na vida! Conte-me tim-tim por tim-tim!

DOLMANCÉ, beijando-a e bolinando-a – Linda Eugênia, prefiro mil vezes fazê-la sentir tudo e não perder o tempo em vãs palavras…”

Perdão, crianças!Mas juro que sábado que vem a pegada volta a ser hot!
Ahh… si si !Juízo e camisinha!

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