Libertados!

E eu escrevo, em meio de lágrimas sobre minha maior paixão, meu orgulho alvi negro, meu orgulho Corintiano.

Acordei, coração apertado, como tantos outros membros dessa nação, angustiada, com a gastrite dando sinais de vida, não consegui tomar café, nem trabalhar direito, nem pensar em outra coisa, só pensava no final do dia.

Fui trabalhar, vestida de alvi e negro, mantive todas as minhas superstições, proibi minha irmã de sair de verde hoje, porque verde dá zica.

O dia foi passando, concentrar foi ficando cada vez mais difícil, final do dia enfim chegou, esse dia de 60 horas.

Jogo, primeiro tempo cantimbado, coração apertado, nada de gol, respira, não pode ser fácil, afinal é Corinthians, tem que ser sofrido. Fim de primeiro tempo. Cerveja, espera, respira, meninos no vestiário, conversa, mucilon, vai dar certo!

Segundo tempo, Sheik, gol! Começo a chorar, sim, claro, desde já. Sheik, mais um, pronto, escreve nosso nome que a taça é nossa! Provoca agora, fala o que quiser neguinho que eu nem ligo.

Posso chorar, posso gritar a plenos pulmões, minha paixão, meu orgulho, meu Corinthians, jogando como se deve, honrando essa camisa, essa nação, esse amor!

 

*Texto foi escrito ontem (quarta-feira – 04/07), logo após o jogo, mas por motivos de força maior, só foi postado hoje.

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